quarta-feira, 19 de maio de 2010

Reflexões...

Já pararam pra pensar sobre o teletransporte...?
Então... A única forma "viável" seria criar uma máquina que fosse capaz de ler seu corpo a nível atômico e reconstituí-lo de maneira idêntica em uma máquina posicionada em outro lugar e logo em seguida desintegrar o corpo original... Certo? Meio trágico pensar dessa forma... Você usaria essa máquina? Legal, algumas pessoas me disseram que usariam sem problema e que se a cópia fosse a nível atômico não haveria diferença.
Já eu, não penso exatamente assim. Imagine o seguinte: a mesma máquina, só que dessa vez você não seria desintegrado... Haveria uma cópia sua. Uma cópia idêntica, composta dos mesmos átomos, das mesma moléculas, das mesmas células e também que no cérebro dessa cópia estivesse registrado todas as suas memórias, lembranças etc. Essa cópia seria você?
O que é você?
Se você perdesse todo seu corpo, mas seu cérebro fosse salvo e implantado em um robô, seria você?
e se você perdesse seu cérebro mas todo seu corpo fosse salvo?
Algumas dessas reflexões me levam a devaneios sobrenaturais... Tido que sua cópia idêntica tem as mesmas memórias mas não é você, o que é você? Talvez haja algo além... Algo ainda incompreensível pela ciência humana.
Será que nossa vida não é motivada por alguma coisa? Será que não somos os protagonistas do grande palco do universo?
Pare e pense quais as chances de termos chegado aqui, sabe... São infinitamente pequenas. Sabe, as chances das leis da física serem exatamente essas e que tudo tenha ocorrido da única maneira possível pra que fosse criado um planeta com condições pra vida...
Pra dar um exemplo da quantidade de variáveis envolvidas, veja a lua, se não houvesse a lua, não haveria maré, e não seriam criadas pequenas poças nas praias primitivas. Pois foi nessas poças que foram formadas as primeiras células vivas, não no grande oceano onde seria muito mais difícil pra que as moléculas organicas formassem as proteínas.
Enfim, estarmos aqui vivos é um evento único.
Os céticos que me desculpem, mas algo me leva a crer na existência de um grande arquiteto.

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